segunda-feira, 6 de maio de 2013
...
Nos contornos
do seu corpo
assopro os meus sonhos
salivo prazer
em te beijar
da nuca ao pé
contemplação divina
minha pele queima
de prazer
em te tocar
arranhar
sua beleza me estupra
me faz perder
perder o meu eu
eu que já não existo mais
embaraçado entre suas pernas
já fui elevado a outro plano
o plano de te beijar
Nos contornos...
Esperança
Esperança...
Almas divagam em meu
Perguntando e exclamando sobre minha existência
por que estou aqui?
Massa incomplexa e disléxica
Mais uma no meio do Bilhão.
Pele marcada pelo fracasso
Calos expostos
desgosto
amargo gosto do fel
Nada posso fazer mais
O tempo passou
não consigo pegar o trem
...
...
só me resta ir
ao encontro da morte
e abraçá-la
...
minha última esperança...
terça-feira, 9 de junho de 2009
Preto no Branco
Tudo é preto no branco
ou será branco no preto?
Arguir sobre o pranto
da discórdia no relento.
Nas névoas do café
lábios brancos lhe encontrarão
beijarão louça alemã
primorosa de artesã.
Negros cor de terra molhada
molhada pelos seus prantos
que desenham o seu rosto
e mostram
a amargura do desgosto
de nunca ter tocado a louça alemã
e muito menos de ter tomado
um bom café pela manhã
Mais um dia isso há de mudar
e vai proporcionar
um brinde colossal
e não existirá mais preto no branco
muito menos branco no preto
pois as cores devem se completar
e formar um grande ressoar.
ou será branco no preto?
Arguir sobre o pranto
da discórdia no relento.
Nas névoas do café
lábios brancos lhe encontrarão
beijarão louça alemã
primorosa de artesã.
Negros cor de terra molhada
molhada pelos seus prantos
que desenham o seu rosto
e mostram
a amargura do desgosto
de nunca ter tocado a louça alemã
e muito menos de ter tomado
um bom café pela manhã
Mais um dia isso há de mudar
e vai proporcionar
um brinde colossal
e não existirá mais preto no branco
muito menos branco no preto
pois as cores devem se completar
e formar um grande ressoar.
Utopia
Bela no vestido
Adornado,
Enlaçado
O balanço deste envenena
asfixia
deslexia
Cachos negros volúpeis
reluzentes
displicentes
Cútis cor do pecado
pecado que me tenta
me sustenta
Cair-te em teu colo
é um delírio eloquente
pertinente
Espero que ao cair da noite
deixe-me deleitar em seu âmago
cair em sua contradições
navegar em suas emoções
Adornado,
Enlaçado
O balanço deste envenena
asfixia
deslexia
Cachos negros volúpeis
reluzentes
displicentes
Cútis cor do pecado
pecado que me tenta
me sustenta
Cair-te em teu colo
é um delírio eloquente
pertinente
Espero que ao cair da noite
deixe-me deleitar em seu âmago
cair em sua contradições
navegar em suas emoções
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Almas Gêmeas
Almas gêmeas se encontram
explosões de emoções
carnaval e comoções
o bater do meu peito
é o alegre ressoar de uma canção
Árvores germinam
arco-íris arranham os céus
céus de brigadeiro
Que lindo está o dia!
Labirinto do fauno
nem isso nos assusta
o poder de nossa atração
deslumbra e o assusta
Faíscas, fogo e calor
libído causando ofuror
olhares se denunciam
e nuncam se recriminam
Ah, como é doce o sabor da uva!
Nada de fel,
puro mel!
Encontrar-te foi
um poço de alucinações
Encontrar-me
foi a base da suas alienações
Como um completa o outro!
é admiravel a sintonia
espero que nunca desafine
essa ópera chamada : PAIXÃO
explosões de emoções
carnaval e comoções
o bater do meu peito
é o alegre ressoar de uma canção
Árvores germinam
arco-íris arranham os céus
céus de brigadeiro
Que lindo está o dia!
Labirinto do fauno
nem isso nos assusta
o poder de nossa atração
deslumbra e o assusta
Faíscas, fogo e calor
libído causando ofuror
olhares se denunciam
e nuncam se recriminam
Ah, como é doce o sabor da uva!
Nada de fel,
puro mel!
Encontrar-te foi
um poço de alucinações
Encontrar-me
foi a base da suas alienações
Como um completa o outro!
é admiravel a sintonia
espero que nunca desafine
essa ópera chamada : PAIXÃO
terça-feira, 7 de abril de 2009
Queima a terra
Queima a terra
devastando minha alma
levando as cinzas tristes
de um amor torrencial
Fogo vai ardendo
Pele borbulhando
descalço caminho
em minha eterna e vivaz solidão
devastando minha alma
levando as cinzas tristes
de um amor torrencial
Fogo vai ardendo
Pele borbulhando
descalço caminho
em minha eterna e vivaz solidão
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Coração Esvaiecido
Sentado em meu aconchego
desvio o olhar a janela
uma moça bate em meu portão
falando que tinham lhe roubado o amor
Deixei-a entrar. Dei café, almoço e banho.
No final do dia, resolveu sair.
Falou que já estava melhor e me agradeceu,
porém algo me entristeceu.
Descobri que agora, quem precisava do amor era eu.
desvio o olhar a janela
uma moça bate em meu portão
falando que tinham lhe roubado o amor
Deixei-a entrar. Dei café, almoço e banho.
No final do dia, resolveu sair.
Falou que já estava melhor e me agradeceu,
porém algo me entristeceu.
Descobri que agora, quem precisava do amor era eu.
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